• Por: Maria Rita Werneck

Pitty volta aos palcos de São Paulo


Mesmo antes de lançar o mais recente álbum Matriz, em abril deste ano, Pitty já estava na estrada apresentando novas músicas do trabalho e, lógico, seus grandes sucessos. Depois de passar por várias cidades, a roqueira apresenta na capital paulista mais um show dessa tour.

Neste sábado, Pitty e sua banda se apresentam na Audio com participações especiais que dividiram faixas com ela em Matriz. A baiana convidou os conterrâneos Larissa Luz, Lazzo Matumbi e Baiana System para esta apresentação cujo o repertório faz uma ponte entre as primeiras composições e as mais contemporâneas.

“a ideia é descobrir coisas que estão na matriz sonora, estética e musical e como isso se comporta nos dias de hoje, com um conceito simples, baseado na experiência com a música. Após uma turnê super tecnológica, quero experimentar uma coisa mais intimista, mais humana”, explica a artista que em suas apresentações tem aberto espaço para um momento acústico: uma roda de violão entre ela e seus músicos, Martin Mendonça e Gui Almeida – algo nunca experimentando nas turnês anteriores.

Mais uma surpresa foi reservada para a noite. O palco será montado de outra maneira e o cenário será composto por desenhos exclusivos da artista Eva Uviedo.

Matriz

Matriz é o quinto disco de estúdio de Pitty que esse ano completa 16 anos de carreira. Lançado em abril, o álbum representa um diálogo da roqueira com suas origens, uma espécie de retorno às suas essências estéticas e culturais. Ao longo de 13 faixas, a cantora baiana, que explodiu no cenário musical brasileiro com “ Admirável Chip Novo” (2003), aborda temas que vão desde o atual momento político brasileiro ( “Noite Inteira” , primeiro single lançado), liberdade de expressão (“Roda”) , autoconhecimento (“Redimir”) e relacionamentos, com (“Ninguém é de Ninguém”, composição dividida com o marido Daniel Weksler) e (“Motor”, canção de Teago Oliveira).

Matriz chega cinco anos depois do último disco lançado por Pitty, “Setevidas”. Todas as faixas foram produzidas por Rafael Ramos (DeckDisc), com exceção de “Redimir”, produzida pelo pernambucano Pupillo, que também tocou percussão, bateria e programação eletrônica no projeto.

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